aquela janela, ali
falava-me recordaçoes.
lembranças...
aqui onde me encontro
recordo-me falando
lembrando-me
lá há frente
imagino-me, pensando
esperando
lá atras
penso envergonhadamente
desesperando-me
aquilo que serei
planeio inconscientemente
e vou sorrindo
o que fui
inconscientemente nao planeei
e nao sorri
mas aqui, agora
o que sou
nao falo, nem recordo
muito menos me imagino pensar
vergonha nao tenho
sorrir nao consigo
e consciencia falta-me
para nao conseguir ver
que aquilo que escrever
é poesia.
boa ou má nao interesa
ápenas interesa
ser a minha poesia
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Sou
Neste som tremido de vida
canto, vivendo aquilo que me faz feliz,
cada vez que eu chegar até mim
vou recordando aquilo
que nunca tive coragem e ser
viver ou sentir.
e ai vejo e sinto
que esta unica forma de viver
faz-me morrer em tudo o que sou,
fico ali, quieto respirando
amando aquilo que gostaria de ser.
sou feliz, não sei
sou triste, nao sei
sou eu, infelizmente tambem nao sei.
sou mais um, certamente que sim
canto, vivendo aquilo que me faz feliz,
cada vez que eu chegar até mim
vou recordando aquilo
que nunca tive coragem e ser
viver ou sentir.
e ai vejo e sinto
que esta unica forma de viver
faz-me morrer em tudo o que sou,
fico ali, quieto respirando
amando aquilo que gostaria de ser.
sou feliz, não sei
sou triste, nao sei
sou eu, infelizmente tambem nao sei.
sou mais um, certamente que sim
Sem força
Sinceramente...
se podesse escolher
escolheria morrer.
porquê viver?
se apenas sinto
vontade de não o fazer.
Aquele suspiro
inquieto talvez
faz-me tremer a razão
Sentimento.
roda sem paixão
como por acaso na solidão
deste olhar que nao vê
que nao cre...
que um dia queira viver
assim já morto...
assim já morri.
colo em frente de mim
esta vontade alheia
tao minha
e que só minha
me foge a coragem
de não ter força pra morrer
se podesse escolher
escolheria morrer.
porquê viver?
se apenas sinto
vontade de não o fazer.
Aquele suspiro
inquieto talvez
faz-me tremer a razão
Sentimento.
roda sem paixão
como por acaso na solidão
deste olhar que nao vê
que nao cre...
que um dia queira viver
assim já morto...
assim já morri.
colo em frente de mim
esta vontade alheia
tao minha
e que só minha
me foge a coragem
de não ter força pra morrer
domingo, 31 de agosto de 2008
EU

Quem sou eu afinal,
a nao ser esta ausencia perdida
esquecida...
e aquilo que sou se torna lembranças
que de tao vulgar que sou
nao deixo saudades, nem a mim mesmo.
trago emoçoes dentro daquilo que julgo ser.
marco-me no acto em que me deixo.
deixo-me andar á deriva
entre estas ruas da vida.
A quem pertenco afinal,
a nao ser a mim mesmo.
nesta essencia maltida
nao penso mais
pensando que este é o principio do fim.
...então nao vale mais a pena o eterno
eterno da esperança.
voo aqui, agradando-me ao me ver.
vou entao ouvir a minha chegada
fugindo de mim, amamdo-me.
Para onde vou afinal,
senão tenho força para continuar.
rastejando pelos dias
em que o vento mal se sentia
na minha boca
sinto a amargura de nao ter horizontes.
prelongo-me em tristezas
meu chao estende-se nos passos que dou
cegando-me que está tudo bem
e eu feliz, vou acreditando.
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Saudade
aqui,
a ausencia do meu ser
fica perdida em mim...
sorrir,
fica dificil quando
a noite nao tem fim,
longe de ti.
aqui...
aqui,
todo o vazio invade a alma
sem ter fim,
e fugir,
para o teu lado,
pra ficar junto a ti
é ai que eu sou feliz,
ai...
A saudade não mata,
mas magoa o meu ser,
fico á espera da hora
de te poder tocar,
beijar
e dizer que te
amo a ti.
a ausencia do meu ser
fica perdida em mim...
sorrir,
fica dificil quando
a noite nao tem fim,
longe de ti.
aqui...
aqui,
todo o vazio invade a alma
sem ter fim,
e fugir,
para o teu lado,
pra ficar junto a ti
é ai que eu sou feliz,
ai...
A saudade não mata,
mas magoa o meu ser,
fico á espera da hora
de te poder tocar,
beijar
e dizer que te
amo a ti.
terça-feira, 22 de julho de 2008
REFLEXO
Vais perguntar, e sem respostas
vou dizer que amo,
e que isso é o que interesa.
Porque se tento fugir,
aproximo-me ainda mais daquilo que sinto.
Não é que eu queira sentir,
que queira procurar saida,
apenas não fujo ao que sinto.
Porquê tanta questao.
Porquê tanto medo de amar.
Se esse medo mora-se em mim,
não seria ver-te ou desejar-te
mais forte que ele.
Sou aquilo que este sentimento me fez,
não fugo, entrego-me.
olho para ti e vejo que esta estrada
não faria sentido sem ti.
no dia que olhares para mim
e eu te dizer que não dá mais,
vais rir-te, e vais sair.
Nada é eterno, nem mesmo esse sentimento.
Receio que o que sinto agora
seja mais forte e mais sincero
do que ontem,
e agrada-me que amanha
olharei para ti
com a certeza mas firme
que hoje tenho ao dizer
AMO-TE
vou dizer que amo,
e que isso é o que interesa.
Porque se tento fugir,
aproximo-me ainda mais daquilo que sinto.
Não é que eu queira sentir,
que queira procurar saida,
apenas não fujo ao que sinto.
Porquê tanta questao.
Porquê tanto medo de amar.
Se esse medo mora-se em mim,
não seria ver-te ou desejar-te
mais forte que ele.
Sou aquilo que este sentimento me fez,
não fugo, entrego-me.
olho para ti e vejo que esta estrada
não faria sentido sem ti.
no dia que olhares para mim
e eu te dizer que não dá mais,
vais rir-te, e vais sair.
Nada é eterno, nem mesmo esse sentimento.
Receio que o que sinto agora
seja mais forte e mais sincero
do que ontem,
e agrada-me que amanha
olharei para ti
com a certeza mas firme
que hoje tenho ao dizer
AMO-TE
TU
Existem lugares que nos lembram momentos,
ruas que nos magoam, e vielas que nos sofucam.
Existem sitios estranhos que nos transportam
passeios que nos falam e fazem lembrar.
Existem momentos que nos tiram do serio,
siuações que nos levam a exaustão.
Existem pessoas que nos fazem chorar,
e outras que nos lembram o que é sorrir.
Existem sentimentos de mágoa,
mistos estranhos da nossa existencia.
Existem tempos que nos alteram o espirito,
que nos fazem sentir bem ou mal.
Existem epocas que nos transforma,
e nos dá sensações de mudança.
e depois existe tu,
que em qualquer lugar, rua ou viela,
que em qualquer sitio, neste ou naquele passeio
que em qualquer momento ou situação
em que mais nenhuma pessoa importa
e todos os sentimentos são bons de sentir
e que nem o tempo nem as epocas
alteram essa sensação que me fazes sentir.
e és tu, e só tu
que me fazes ver que tudo é efémero
porque por e simplesmente
me sinto amado.
ruas que nos magoam, e vielas que nos sofucam.
Existem sitios estranhos que nos transportam
passeios que nos falam e fazem lembrar.
Existem momentos que nos tiram do serio,
siuações que nos levam a exaustão.
Existem pessoas que nos fazem chorar,
e outras que nos lembram o que é sorrir.
Existem sentimentos de mágoa,
mistos estranhos da nossa existencia.
Existem tempos que nos alteram o espirito,
que nos fazem sentir bem ou mal.
Existem epocas que nos transforma,
e nos dá sensações de mudança.
e depois existe tu,
que em qualquer lugar, rua ou viela,
que em qualquer sitio, neste ou naquele passeio
que em qualquer momento ou situação
em que mais nenhuma pessoa importa
e todos os sentimentos são bons de sentir
e que nem o tempo nem as epocas
alteram essa sensação que me fazes sentir.
e és tu, e só tu
que me fazes ver que tudo é efémero
porque por e simplesmente
me sinto amado.
Essa rua
Vou pela rua, tentando lembras-me onde estás.
Parei e chorei naquele cenario estranhamente belo,
estranhamente meu.
Vi por entre sombras
o meu sentimento rlefectido no chão.
Não soube parar.
Acreditei na vida,
naquilo que me dizias
e vi que nao sabias dizer a verdade.
Disfarçavas mal, medonhamente mal.
Deixei-te ali, naquele que um dia foi o nosso sitio,
o nosso ninho.
Sai sem parar,
Não te olhei, embora tivesse vontade.
subito frio em mim se instalou,
naquela riqueza de sentimentos doidos,
frios, mas tao meus como eu proprio.
Virei a esquina, sem olhar para trás,
vi as vidas que nessa rua haviam,
essa rua que me levou de ti,
porque nesse dia morri.
levou de nós,
Parei e chorei naquele cenario estranhamente belo,
estranhamente meu.
Vi por entre sombras
o meu sentimento rlefectido no chão.
Não soube parar.
Acreditei na vida,
naquilo que me dizias
e vi que nao sabias dizer a verdade.
Disfarçavas mal, medonhamente mal.
Deixei-te ali, naquele que um dia foi o nosso sitio,
o nosso ninho.
Sai sem parar,
Não te olhei, embora tivesse vontade.
subito frio em mim se instalou,
naquela riqueza de sentimentos doidos,
frios, mas tao meus como eu proprio.
Virei a esquina, sem olhar para trás,
vi as vidas que nessa rua haviam,
essa rua que me levou de ti,
porque nesse dia morri.
levou de nós,
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Amor
Quantas são a certezas desse amor
ou de qual quer outro amor.
Certezas, talvez...
Não existem certezas num amor,
não existem amores na certeza.
Existe sim a certeza que o amor existe.
Existe em mim,
existe em ti,
existe até naquele que diz não amar,
já se amando a si.
Amor bom
Amor mau
Amor sofrido
Amor abandonado
Amor rejeitado
Amor medroso
Amor obsessivo
Amor odiado
Amor amado
Todos são validos quando são
verdadeiramente amados.
ou de qual quer outro amor.
Certezas, talvez...
Não existem certezas num amor,
não existem amores na certeza.
Existe sim a certeza que o amor existe.
Existe em mim,
existe em ti,
existe até naquele que diz não amar,
já se amando a si.
Amor bom
Amor mau
Amor sofrido
Amor abandonado
Amor rejeitado
Amor medroso
Amor obsessivo
Amor odiado
Amor amado
Todos são validos quando são
verdadeiramente amados.
Quero que me digas

Quero que me digas todos os dias
todos os dias a minha vida
todos os minutos
de 5 em 5 minutos
todos os segundos
quero apenas que me digas
até há exautão
que me amas.
Quero que dias a todos
só ou no meia da multidão
na praia ou no campo
na cidade ou na aldeia
quero apenas que me digas
que me amas.
Quero, nessa certeza ouvir
a todo o instante
aqui e agora
hoje e amanhã
e talvez ate lá longe
quero que digas que me amas.
Isto talvez seja exagero
imcompreendido, talvez.
Mas quero que o digas a mim
isto, e que so isto é dito a mim.
Quero que me digas
Quero...
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